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AGOSTO: Mês do cachorro louco

  • petzp7
  • 16 de ago. de 2021
  • 2 min de leitura

Atualizado: 17 de ago. de 2021

Você já deve ter se perguntado porque o mês de agosto ficou denominado como "mês do CACHORRO LOUCO". Pois bem, o nome teve origem devido a fatores predominantes que contribuíram para a disseminação da doença entre os animais, em especial cães e gatos, neste período.


Pesquisas feitas pelo mundo inteiro apresentaram diversos acontecimentos históricos para explicar esse fenômeno e justificar o mês fixado.

Em algumas deles, acompanhados por estudiosos veterinários, constatou-se que no mês de agosto, a incidência de chuvas e o clima, influenciaram no cio da cadelas, fazendo com que eles entrassem no período de maneira sincronizada. E, por esta razão, os machos se comportam de forma mais agressiva para disputar a atenção das parceiras e, estando o cão contaminado com o vírus da raiva, desencadeiam a transmissão através da saliva ou mordidas, durante a disputa pelo território.


Importante saber que a RAIVA é uma doença viral fatal que afeta o sistema nervoso central da maioria dos mamíferos, inclusive humanos. Esse vírus pode ser transmitidos por arranhaduras ou lambidas, mas geralmente a transmissão ocorre por mordidas. Na América do Sul, o MORCEGO hematófago ou "morcego vampiro" (cuja fonte de alimento é sangue) é o principal e mais importante reservatório do vírus.


QUAIS OS SINAIS CLÍNICOS DA RAIVA

Embora nem todos os sinais possam ser observados com facilidade, os animais afetados podem demonstrar confusão de desorientação. Animais silvestres geralmente tendem a perder o medo natural dos humanos. Ainda, pode-se observar aumento na agressividade, com maior tendência de morder objetos e outros animais. Na fase paralítica da doença (último estágio da doença), observa-se fraqueza muscular, dificuldade de deglutição, salivação profusa e mandíbula caída.


IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO E VACINAÇÃO

A vigilância da raiva animal no Brasil, engloba ações desenvolvidas pelo Ministério da Saúde e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), que compartilham informações referentes a casos de raiva em animais de interesse para a saúde pública como cães, gatos e animais silvestres, incluindo os casos da doença em morcegos e animais de produção como bovinos e equinos, por exemplo. Essas informações auxiliam na organização das ações de controle e mitigação frente aos casos de raiva em animais, buscando a prevenção de casos humanos e o bloqueio vacinal, se necessário, para impedir a disseminação do vírus entres as diferentes espécies.



A importância da vacina mostrou-se predominante e, diante do histórico da doença, o mês de agosto virou o mês da campanha dessa vacinação, para alertar os donos de pets e outros animais da necessidade da prevenção.


Então LEMBRE-SE: a raiva é uma doença sem cura, mas a sua forma de prevenção é a mais simples possível: uma pequena picadinha que protege seu melhor amigo. Converse com seu veterinário e confirme que as doses necessárias então em dia no seu pet.



  1. Raiva: o que é, causas, sintomas, tratamento, diagnóstico e prevenção. Disponível em: www.saude.gov.br

  2. Situação epidemiológica da raiva no Brasil. Guia de Vigilância em Saúde: volume único / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Coordenação-Geral de Desenvolvimento da Epidemiologia em Serviços. 3ª. Ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2019. p. 740.


 
 
 

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